terça-feira, 9 de abril de 2013

Enfim, o Batizado na Igreja!

Dias atrás estávamos planejando como iria ser a viajem para Cascavel e o Batizado na Igreja.

Fizemos a viagem em dois tempos. Fomos de carro até Curitiba, aproveitando que é duplicado e pedágio é barato, e de lá fomos de avião para Cascavel, evitando os pedágios caros e a pista simples. Saímos na quinta-feira dia 21 de março aqui de Florianópolis, passamos a noite na casa da dinda Gorete, e partimos com o voo das 14 horas do dia 22 rumo a Cascavel. Antes de embarcar foi aquele fusuê, pois os dois resolveram fazer um cocô básico, o que nos fez atrasar no embarque. Depois foi aquela choradeira de fome e dentro do avião. Ai todo mundo ajudou, aeromoça, passageiros. Ainda bem, pois estávamos meio perdidos, por ser a primeira vez que viajávamos com as crianças em uma aeronave.

Chegamos em Cascavel no horário previsto, e fomos recebidos com muita felicidade. Os avós estavam muito orgulhosos, queriam fazer de tudo para agradar, como sempre.  E quanta novidade, morar em uma casa, arvores, flores, passarinhos e cachorro. O Francisco que não conhecia um cão, quando ouviu o latido ao seu lado ficou com medo e surpreso, não sabia o que fazer. Olhou para mim e começou a rir. O filho de uns amigos que foram nos visitar, disse que gostou mais do Francisco porque ele é "Zóiudinho" e sorridente e que a menina é muito séria ( devia ter visto ela as 7 da manhã, talvez mudasse de ideia). Foi bem corrido, ganhamos muitos presentes e trocar algumas coisas que não serviram deram bastante trabalho.

Fomos também para Pérola D´Oeste onde mora a vovó Inez, com o carro do vovô. Apesar de terem ficado somente um dia deu para a vó curtir bastante. Foi lá também que graças a vizinha que tem um pé de laranja do céu, os dois aprenderam a chupar laranja. Nada de suco, somente descascar a laranja cortar ao meio. Eles gostaram muito. Agora no almoço estão comendo sopinha e depois de sobremesa chupando uma laranjinha. Pena que  aqui em floripa não achei pra comprar, ai vou ver uma que substitua.

O batizado foi uma festa. O Cadini, que é fotografo do prefeito em Cascavel, é amigo nosso e foi exclusivamente para fazer as fotos do batizado, parecíamos famosos. Os padrinhos da Clara foram a Maria Gorete e o José Gonçalves de Curitiba, a Lais e o Lucas Pinheiro de Ponta Grossa. Do Francisco foram a Driely e o Rafael Clazer e a tia Leticia e o Primo Matheus Bressan todos de Cascavel, no total 8 pessoas, além dos familiares. Na festa estavam quase trinta pessoas, incluindo avós tios, tias e primos e alguns conhecidos. Na ocasião do batizado o padre chamou o Francisco de folgado. No dia posterior fomos até o osteopata para fazer uma consulta, e o Dr. André chamou o Francisco de folgado (não houve comunicação entre eles). No aeroporto também chamaram o Francisco de folgado, fiquei meio preocupado, será que ele é folgado mesmo?

A parte ruim, é que a Clara e o Francisco estranharam um pouco o clima e as pessoas no final acabaram pegando um resfriado.

Na volta, agora com mais experiência com os aeroportos, solicitamos os carrinhos na descida do avião, conseguimos nos organizar melhor, enfim, foi tudo mais tranquilo. Até os bebês se comportaram melhor na volta. Chegamos em Curitiba as 16 horas, pegamos o carro por volta das 17 estacionamento e voltamos para Florianópolis. Na estrada mais cocô, parada pra trocar, todo mundo enjoado. O carro sacoleja muito e machuca as costinhas que esfrega contra a fralda. No restaurante em Joinville, graças a Deus, a moça que nos atendeu sabia muito bem como é cuidar de gêmeos e nos ajudou, o que permitiu que fizéssemos uma refeição. Saindo dali, os dois não quiseram dormir, cantamos quase que todas as musicas do 3 cds da galinha pintadinha e nada. Dai começamos a rezar, e foi o que funcionou. Acho que nós pais estávamos muito nervosos, acabamos nos acalmando e consequentemente os bebês.

Chegamos aqui por volta das 22 horas. O Francisco que estava acordado, ficou olhando tudo dentro do apartamento, deu pra ver que estava com saudades. Quando viu o mobile dele então, ai sim, foi aquele sorriso. A Clara acordou depois, e só no outro dia é que foi perceber que estava em casa, não ficou nem feliz nem triste pelo que me lembro. Mas o Francisco não reconheceu a babá, o que achamos meio estranho.

No final deu tudo certo, e estamos aqui bem felizes. Uma nova viagem destas agora só no final do ano.

Em tempo, nossos bebês, com a graça de Deus completaram 7 meses no dia 31/03/2013, e os berços aqui em casa estão ficando pequenos. Do dia em que saímos, para o retorno, deu uma diferença enorme de tamanho. A vovó Inez, tinha comprado algumas roupas, e até agora estamos na dúvida se elas encolheram, o se foi o povo que cresceu.

Amanhã tem consulta com o pediatra, vamos ver o que vai ser para o próximo mês.





Um comentário:

  1. Bom dia, acompanho vcs desde o começo...e estou muito curiosa p v fotos do Francisco e da Clarinha...aguardo as fotos, beijos e Deus abençoe vcs poderosamente.

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